segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Portugal também busca o restabelecimento de sua monarquia



Assim como o Brasil, Portugal também busca a solução dos seus problemas pela volta da monarquia.
O restabelecimento da monarquia em Portugal conta com o apoio da Associação Causa Real.
A Causa Real pretende exercer a coordenação do movimento monárquico português, promovendo ações políticas, culturais, informativas e sociais, com o objetivo principal de restaurar a Monarquia em Portugal.
Instituída sob a égide de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança.
A Causa Real pretende reunir todos os simpatizantes da instituição Real.
Fundamentada na criação de um Portugal moderno, consciente da sua história e preparado para o Futuro.
Portugal precisa de um Rei.

Viva o Rei de Portugal!



sexta-feira, 22 de novembro de 2013

A saída para a crise do Egito passa pelo retorno da Monarquia Constitucional Parlamentarista.


O Egito parece que está num beco sem saída. Uma corrente se levantou contra uma situação que durante anos mantinha o governo do país.
Foi na primeira crise do Egito em 2010, que esta corrente, levou a deposição do Presidente Mubarak. 
Esta corrente de insatisfação foi liderada principalmente por setores religiosos que eram oprimidos pelo governo.
Enfraquecida a classe que governava, formada por militares, foi logo substituída pela classe que oprimia.
Não levou muito tempo para que o novo governo estabelecido, formado pela classe religiosa, iniciasse manobras para garantir a permanência no governo.
Com a eminente ameaça de virar uma República Islâmica o Egito, sofre o segundo golpe e o governo e novamente deposto. 
É o dualismo que tenta controlar o governo.
Ora os militares ora a Classe Religiosa. Ambas correntes fazem isso para garantir a própria sobrevivência.
Diante do tudo o que o Egito já viveu nestes últimos 3 anos, uma coisa é clara, as duas correntes não podem governar o país.
Por mais capazes que os militares sejam, governar o país não é função deles. Por mais coerentes que sejam os cléricos não é função deles governar ou influenciar no goveno.
Então temos que ter um governante neutro que não esteja preso a nenhuma corrente.
Um governante que somente esteja comprometido com o bem estar do Egito e do seu povo, seja ele quem for muçulmano, cristão, militar, comerciante, de esquerda ou de direita.
O Egito tem uma cultura muito rica e um povo maravilhoso.
Diante das constatações, somente um Rei seria capaz de assumir o controle e dar uma verdadeira estabilidade ao Egito.
A Monarquia não tem nenhuma ideologia.
A monarquia é uma filosofia de regime com um Rei como Chefe de Estado, símbolo da nação e garantidor do equilíbrio político. As ideologias em qualquer regime monárquico constitucional ficam restritas as campanhas nas eleições legislativas e executivas.
As ideologias do Rei são duas: o Egito e o povo do Egito.
Portanto o Rei é servido por monárquistas de todas as correntes existentes no Egito.
Assim como acontece nas Monarquias modernas, assim terá que ser feito no Egito.
A volta da Monarquia Parlamentar Constitucional, no Egito deve ser precedida por uma nova Constituição.
A nova Constituição deve ser redigida por todos os setores da nação de forma democrática.
Me baseio nas palavras de um grande monarquista para concluir:

“A principal característica de um bom soberano é saber encarnar as virtudes de seu povo, sendo delas espelho e ao mesmo tempo favorecedor.
Como um bom pai, o soberano deve incentivar as qualidades de seus filhos, ampará-los em suas debilidades e coibir os seus erros.
Deve ser muito respeitoso das autonomias dos indivíduos e dos grupos sociais e ao mesmo tempo um padrão inatacável de moralidade.”

Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Família Imperial Brasileira


A Casa Imperial do Brasil, ou Família Imperial Brasileira, teve sua origem na Família Real Portuguesa, descendendo diretamente da Casa de Bragança, em comunhão com as casas de Habsburgo e de Bourbon.

Fundada por D. Pedro de Alcântara de Bragança, quando Príncipe Real do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e Príncipe Regente do Brasil. 

A Casa Imperial Brasileira torna-se soberana de 1822, quando D. Pedro de Alcântara proclama a Independência do território brasileiro.

Dom Pedro de Alcântara, com isso, proclama-se Imperador do Brasil, sendo aclamado em todo o território e recebe o título de D. Pedro I. 


Dois anos depois da independência a constituição do Império do Brasil de 1824 - torna-se a primeira carta constitucional brasileira.


Pela nova constituição, o Imperador, tem os poderes de Chefe de Estado e Chefe do Poder Moderador.


Seguindo a tradição das monarquias ibéricas, são considerados membros da família imperial brasileira os parentes mais próximos do imperador do Brasil, desconsiderando-se aqueles que renunciaram a seus direitos dinásticos. 


Com o golpe republicano e a proclamação da República Federativa do Brasil em 1889, o fim do Império do Brasil é decretado. 


Com o fim do Império do Brasil, é criado o título de Chefe da Casa Imperial do Brasil.

Este titulo passa a representar o herdeiro aparente ao extinto trono do Brasil.

Durante o primeiro reinado, em 1831, a Família Imperial Brasileira era composta das seguintes pessoas:


Sua Majestade Imperial, D. Pedro I, imperador do Brasil

Sua Majestade Imperial, D. Amélia, imperatriz do Brasil
Sua Alteza Imperial, D. Pedro, príncipe imperial do Brasil
Sua Alteza Imperial, D. Maria, princesa do Grão-Pará
Sua Alteza, D. Januária, princesa do Brasil
Sua Alteza, D. Paula Mariana, princesa do Brasil
Sua Alteza, D. Francisca, princesa do Brasil

Durante o segundo reinado, em 1888, a Família Imperial Brasileira era composta das seguintes pessoas:


Sua Majestade Imperial, D. Pedro II, imperador do Brasil

Sua Majestade Imperial, D. Teresa Cristina, imperatriz do Brasil
Sua Alteza Imperial, D. Isabel, princesa imperial do Brasil
Sua Alteza Imperial, D. Pedro de Alcântara, príncipe do Grão-Pará
Sua Alteza Imperial, D. Gastão de Orléans, príncipe imperial consorte
Sua Alteza, D. Luís Maria, príncipe do Brasil
Sua Alteza, D. Antônio Gastão, príncipe do Brasil
Sua Alteza, Pedro Augusto, príncipe de Saxe-Coburgo-Gota
Sua Alteza, Augusto Leopoldo, príncipe de Saxe-Coburgo-Gota

Atualmente a Casa Imperial Brasileira é composta pelas seguintes pessoas:


Sua Alteza Imperial e Real, D. Luís Gastão de Orléans e Bragança, chefe da casa imperial brasileira

Sua Alteza Imperial e Real, D. Bertrand Maria José de Orléans e Bragança, príncipe imperial do Brasil e de Orléans-Bragança
Sua Alteza, D. Antônio João de Orléans e Bragança, príncipe do Brasil e de Orléans-Bragança
Sua Alteza, D. Rafael Antônio de Orléans e Bragança, príncipe do Brasil e de Orléans-Bragança
Sua Alteza, D. Amélia Maria de Orléans e Bragança, princesa do Brasil e de Orléans-Bragança
Sua Alteza, D. Maria Gabriela de Orléans Bragança, princesa do Brasil e de Orléans-Bragança
Sua Alteza, D. Isabel Maria Josefa de Orléans e Bragança, princesa do Brasil e de Orléans-Bragança

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

A República da Espada (1889-1894)


Marechal Deododo da Fonseca


República da Espada foi uma ditadura militar ocorrida no Brasil entre os anos de 1889 a 1894, sendo considerado o primeiro governo ditatorial do país. Durante este período, o Brasil foi governado pelos marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, e foram comuns os levantes populares, e a repressão a focos de resistência simpáticos ao Imperador Dom Pedro II e à restauração damonarquia.
Império do Brasil não mais representava os interesses dos grandes cafeicultores do oeste paulista e, ao abolir a escravidão, deixou de ter o apoio dos velhos fazendeiros escravocratas. Os grupos urbanos dos mais humildes aos mais abastados, também não se consideravam representados pelo império. O café era, de longe, o nosso principal produto de exportação, além de apresentar-se como o maior empregador e dinamizador da economia interna. Por isso, os interesses dos cafeicultores estavam sempre em primeiro plano, durante o período da República Velha.
Marechal Floriano Peixoto
Uma junta militar encabeçada por Deodoro da Fonseca governou o Brasil entre 1889 e 1894, período de intervenção em nome de Dom Pedro II, que encontrava-se em ParisFrança, quando das eleições indiretas o elegeram presidente, título que o interventor recebia no Império, com Floriano como vice. Entretanto, Deodoro renunciou no mesmo ano, devido a sua incapacidade como político, com problemas de saúde que o afligiam havia anos desde a Guerra do Paraguai, e com aumento dos graves problemas políticos, com a desemprego, e vadiagem pelas ruas, como atritos com a oligarquia cafeeira, que queria o Poder em uma República, greves devido àinflação crescente, e a Primeira Revolta da Armada, liderada por grupos indeterminados/escusos. Floriano Peixoto assumiu a presidência, e entre seus atos, estatizou a moeda, com uma emissão de Moeda-Ouro- estavel, estimulou a indústria, para promover o emprego, com isso baixou o preço de imóveis e alimentos, com o salário justo - Ouro, aceito. Floriano também repreendeu movimentos monarquistas (políticos monarquistas que não eram monarquistas), e entre seus atos, proibiu o Jornal do Brasil, na época com inclinações monarquistas, de circular até o final de seu governo,

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O decálogo de Abraham Lincoln


  1. Você não pode criar prosperidade desalentando a Iniciativa Própria.

  2. Você não pode fortalecer ao débil, enfraquecendo o forte.

  3. Você não pode ajudar os pequenos, esmagando os grandes.

  4. Você não pode ajudar o pobre, destruindo o rico.

  5. Você não pode elevar o salário, pressionando a quem paga o salário.

  6. Você não pode resolver seus problemas enquanto gasta mais do que ganha.

  7. Você não pode promover a fraternidade da humanidade, admitindo e incitando o ódio de classes.

  8. Você não pode garantir uma adequada segurança com dinheiro emprestado.

  9. Você não pode formar o caráter e o valor do homem lhe tirando sua independência (liberdade) e iniciativa.

  10. Você não pode ajudar aos homens permanentemente, realizando por eles o que eles podem e devem fazer por si mesmos.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

GRAVÍSSIMO - TODA A VERDADE SOBRE A FALÊNCIA DA PETROBRAS - DIVULGUEM


4 dedinhos de prosa sobre a Petrobras 
– Uma visão Contábil-Econômica e sobre o seu futuro, Publicado em Opinião.

Dedinho de Prosa 1
Você lembra, há sete anos, nosso então presidente afirmando que, pela primeira vez na história deste país, o Brasil alcançou a autosuficiência na produção de petróleo ?
Eu lembro !!!
E qual é verdade passados 7 anos ?
A verdade é que a Petrobras tem produzido cada vez menos, mesmo encontrando cada vez mais jazidas. Só em 2012 o Brasil importou R$ 15 bilhões em derivados de petróleo. Nesses mesmos 7 anos a balança comercial do petróleo e derivados apresentou um déficit superior a R$ 57 bilhões. Para se ter uma ideia, esse número é maior do que os R$ 50 bilhões que o governo pretende investir esse ano em Infraestrutura.
Em 2012 a produção da Petrobras caiu 2%.
Começamos 2013 pior ainda: A produção de janeiro caiu 3, 3% e fevereiro recuou 2,25%. A Petrobras está “crescendo” que nem rabo de cavalo: pra baixo.

Dedinho de Prosa 2
Você lembra que a primeira coisa que o presidente Lula fez (depois de ter tomado um Romanée Conti) foi cancelar as compras das plataformas para a Petrobras, pois era um absurdo comprar coisas do estrangeiro sendo que nossa indústria naval esta sendo sucateada?
Eu lembro !!!!.
E qual a verdade passados 10 anos?
A verdade é terrível e passa pelo que esse governo aprendeu a fazer (não sei como):Maquiagem de balanço.
Esse governo atual levou a Petrobras ao limite máximo, e perigoso, de endividamento, ou seja, quase 3 vezes a sua geração de resultados.
Assim, decidiram não mais endividá-la, contabilmente, e como cada plataforma custa R$3 bilhões cancelaram as compras nacionais, levando o SINAVAL – Sindicato Naval – a denunciar a perda constante de postos de trabalhos.
E como estão fazendo?
Simples!! Em vez de comprar, alugam. Assim, a contabilização é em despesa e não em passivo a pagar.
Mas quanto fica esse aluguel? Mais barato que comprar?
Em 2011 a Petrobras gastou R$ 4 bilhões em locação. Em 2012, R$ 6 bilhões.
Mas pelo menos contratou-se empresas brasileiras? Todas as locações de plataformas são de empresas estrangeiras.
Na realidade não sei se isso é maquiagem do balanço ou maquiagem do destino final do dinheiro.

Dedinho de Prosa 3
Você lembra que o PT, para ganhar as eleições, dizia o tempo todo que é contrario às privatizações? E que exemplo de gestão pública é o caso da Petrobras?
Eu lembro. !!!
E qual é a verdade?
A resposta já seria fácil só pela simples leitura do acima. Mas deixem-me prosear mais um causo.
Em 2006 uma empresa belga comprou uma falida refinaria no Texas por US$ 42 milhões. Poucos meses depois essa empresa vendeu essa refinaria por US$ 1,2 bilhão. Adivinhe quem foi o felizardo comprador?
Isso mesmo, a nossa Petrobras.
Passado pouco tempo, acredite, a Petrobras verificou que tinha feito um mal negócio e resolveu vender tal refinaria. Mandou avaliar. Foi avaliada por menos de US$ 100 milhões. Colocou a venda. O Tribunal de Contas da União resolveu investigar essas estranhas negociações que gerariam um prejuízo de mais de US$ 1 bilhão.
A Petrobras suspendeu imediatamente a venda. Só no balanço do ano passado consta mais de R$ 450 milhões de despesas com essa estupenda refinaria.
Mas isso são negócios no exterior. Como são os negócios da Petrobras no Brasil? São rentáveis?
O antecessor da Dilma, aquele aposentado por invalidez (lembra, aquele que não tinha um dedo), selou um acordo com outro ex-presidente, grande estadista, o Chávez (infelizmente esse já morreu), para construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, terra natal do vivente. Os dois calcularam, na ponta do lápis, o desembolso da Petrobras nessa Parceria: R$ 5 bilhões.
Qual a realidade atual?
O último relatório da Petrobras aponta um custo até hoje de R$ 35 bilhões.
Mais ou menos !!!

Mais duas prosinhas:
Nas vésperas de eleições o nosso nordestino presidente lançou a construção de duas Refinarias Premiums. Onde? Uma no Maranhão e outra no Ceará.
E como estão? Projetos suspensos.
Por que? Agora constatou-se que não há certeza da rentabilidade na operação dessas refinarias.
Vendo tudo isso, me rebelo: Deus foi injusto em levar o Chávez.

Dedinho de Prosa 4
Você lembra da cena daqueles 4 dedinhos sujos de petróleo? Aquele nosso ex-presidente em cima de uma plataforma sujando a mão no óleo (acho que foi a única vez na vida) para convencer os trabalhadores a retirarem o dinheiro do FGTS e investirem na Petrobras?
Eu lembro !!!!
E o que aconteceu?
Os trabalhadores perderam 50% do patrimônio que retiraram do FGTS.
Mas como isso aconteceu?
O Mercado Financeiro, que não é controlado ou subornado por ninguém, começou a perceber que empresa é de fato a Petrobras e sua avaliação não para de cair.
O Mercado, e os investidores, perceberam que a empresa está sendo manipulada com intuitos puramente políticos, ou como “cabides de empregos” ou para mascarar a inflação, não reajustando seus preços a parâmetros internacionais.
Pior ainda.
A Petrobras ajuda nosso país vizinho, a Argentina, a aprimorar essa prática de mascarar a inflação.
Como assim?
Simples: na Argentina a gasolina é vendida nos postos a aproximadamente o equivalente a R$ 0,98 o litro (aqui você sabe que pagamos em média R$ 2,80).
Como consegue isso?
A Petrobras exportou, durante anos, para a Argentina gasolina a R$ 0,65.
Detalhe: exporta gasolina limpa, sem misturas com álcool ou outros aditivos.
É por essas, e outras, que a Petrobras é uma amostra do que acontece na administração total do nosso país, inclusive levando o Brasil a registrar um déficit na balança comercial, no primeiro trimestre de 2013, de US$ 5,1 bi, algo que não acontecia há 12 anos.
Esse ano a Petrobras completará 60 anos. Teve como seu slogan mais forte:
O Petróleo é Nosso.
A pergunta atual é: e o dinheiro vai pra quem?

Dedinho de Prosa 5
Pérai – estará dizendo meu infortunado leitor – o título preconiza 4 dedinhos de prosa e você chegou no 5 !!!
Pois é. Eu tenho 5 dedos em cada mão. Eu trabalho honestamente e não estou aposentado. E não poderia deixar de relatar minha visão sobre o futuro da Petrobras, sua atual direção e o pré-sal.
Atualmente a Petrobras e presidida por Graça Foster. Nasceu no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, começou a trabalhar com 21 anos como estagiária na Petrobras, formou-se em engenharia na Universidade Fluminense, foi promovida para engenheira de perfuração e hoje é presidente da Petrobras. Ah, quase esqueci o mais importante, de 2003 a 2005 acumulou também a função de secretária da Dilma.
Com essa vasta experiência acadêmica, profissional, internacional e de gestão, a Graça fechou o balanço da Petrobras de 2012 apresentando um Passivo a Pagar de R$ 332,3 bilhões, tendo apenas como Ativo Realizável R$ 118,1 bilhões. Ou seja, a Petrobras deve 3 vezes o que tem em caixa. Apresentou também em 2012 o menor lucro dos últimos 8 anos, R$ 20,9 bilhões, embora a receita bruta cresça em torno de 20% ao ano. Diante desse cenário, a Graça resolveu “gerar” dinheiro, pois serão necessários para o pré-sal R$ 237 bilhões até 2016.
Tanto investimento no pré-sal, mas ele dará retorno?
Ninguém sabe.
Veja: De 1980 a 2004, o barril de petróleo era negociado a US$ 40. De 2004 a 2009 a US$ 70 e hoje na casa do US$ 90.
Mas essa cotação está caindo pois as reservas mundiais de petróleo estão abarrotadas. Os EUA estão com o dobro da capacidade estocada.
A tendência é de queda. Cada vez mais se descobrem, e são adotadas, novas alternativas energéticas.
Ai que mora o problema.
O petróleo do pré-sal custa em torno de US$ 50 a 70 para ser extraído.
E se o preço internacional cair abaixo disso? Gastaremos mais para vender por menos? E as outras soluções energéticas que estão chegando?
Mas a Graça tem que dar continuidade ao projeto, tem que gerar dinheiro.
Mas como? Vendendo os ativos da Petrobras, atitude essa como qualquer empresa em fase pré-falimentar faria.
Ah, vendendo ativos não operacionais e defasados?
Não!!
Vendendo tudo que gera energia renovável, como parques eólicos, centrais hidrelétricas e termelétricas.
Mas isso tem lógica? Ela decide tudo isso sozinha? Não!! Ela recebe ordens do Presidente do Conselho de Administração da Petrobras: Sr.Guido Mantega.
E o Mantega responde a quem?
Bem, o chefe continua em plena atividade. Nos últimos meses, de jatinho particular, ele está “ajudando” o amigo Eike Batista e seu diretor Pires Neto (afastado no ano passado do Ministério dos Transportes por escândalos ligados aos mensaleiros) a vender sondas petroleiras que a OGX comprou no exterior e que não tem utilidade.
E o “coitado” do Eike pediu auxilio ao companheiro pois as ações da OGX já caíram 90% esse ano.
Adivinha como vão ajudá-lo? Adivinha para quem eles estão tramando a venda dessas inúteis sondas?
Para a Petrobras!!!!!.
O chefe deu mais ordens: Em agosto de 2012 a Dilma lançou o “pacote ferroviário” de R$ 91 bilhões. Teria como principal meta escoar o petróleo do pré-sal.
Advinha qual foi o principal beneficiado com as primeiras estradas de ferro?
Eike Batista.
Pior. Além de utilizarem dinheiro publico para atender uma empresa privada, fizerem um acordo chamado Modelo Ferroviário.
Sabe como funciona?
Simples: Por esse Modelo o Eike não precisará colocar nenhum centavo para o transporte. O governo pagará tudo. Funcionará assim: Uma empresa constrói as ferrovias;o governo compra toda a capacidade de transporte e repassa para as empresas interessadas em usar os trilhos. Se não houver demanda, ou se for parcial, o governo paga totalmente a conta.
Não é um excelente negócio?
Não para a Petrobras. Não para o Pais. É bom para......……
Depois de relatar tudo isso, se você ainda estiver lendo, e eu puder dar um conselho antes das próximas eleições, ai vai: Nunca compre ações da Petrobras, enquanto o governo for do PT !!!!!!

 Marco Antonio Pinto de Faria
Bacharel em Ciências Contábeis, Administrador de Empresas, Auditor, Presidente e Fundador do Grupo SKILL composto por empresas atuantes no mercado há 34 anos, oferecendo serviços de Consultoria Tributária, Contabilidade e Tecnologia da Informação. Integrante do IBRACON – Instituto dos Auditores Independentes do Brasil.

"Não julgue minhas escolhas, você não conhece os meus motivos."